quinta-feira, fevereiro 10, 2005

Carta a minha amada


Querida,
Quanta saudade de tua luz à minha volta. Da sensação única de teu entorno, de teu calor em minha tez e alma, tuas curvas e quinas, teus lábios multicor.
Teu dialeto em meus ouvidos, teu brilho em minha retina, teu sorriso de criança, de apenas quatro séculos, tão menina...
Ah, como amo teu amor!
É uma saudade danada. Diluída em lágrimas. Ah, como você me faz falta! Vivo mutilada sem te ter. Você dentro de mim. Eu dentro de você.
Sabe? Sinto teu olor em minhas narinas, a tua brisa. Sonho com você a cada noite-dia...
Minha musa, minha diva. Você meu ar, você meu fogo, você minha água, você minha terra, você meu amor.
À você minha amada Natal, todo meu ardor, todo meu amor. Tua amante, ternamente sempre,

Escrituras Sangradas
© Civone


por Alma do Beco | 8:36 AM


Hugo Macedo©

Beco da Lama, o maior do mundo, tão grande que parece mais uma rua... Tal qual muçulmano que visite Meca uma vez na vida, todo natalense deve ir ao Beco libertário, Beco pai das ruas do mundo todo.

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Praieira
(Serenata do Pescador)


veja a letra aqui

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A imagem de fundo é do artista plástico e poeta Eduardo Alexandre©

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mariza lourenço

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